Como fazer um planejamento financeiro individual ideal

Atualizado: Mar 8

Fazer um planejamento financeiro sempre foi premissa para uma empresa, mas era algo pouco discutido para as finanças pessoais.


Com o passar do tempo, com momentos onde o mercado gera uma incerteza na renda das pessoas, empresas descomplicando o mercado de investimento, fez com que as pessoas sentissem falta de ter um plano de gasto, receitas, investimentos, visando proteger seu poder de compra e renda.


Fazer um planejamento financeiro ideal requer muito controle e conhecimento, para entender seu padrão de vida, onde investir, ter alto controle, entre outros pontos. No entanto, tem uma parte no planejamento financeiro que poucas pessoas, principalmente no Brasil, não levam em consideração, que é o seguro de Vida. O seguro de vida é um dos principais pilares para ser ter esse planejamento ideal.


O motivo de esquecermos desse ponto, quando estamos fazendo um planejamento, é que levamos em consideração somente a intenção de criar patrimônio e fazê-lo crescer, mas esquecemos de proteger todo esse trabalho. Uma adversidade qualquer pode nos levar a consumir em pouco tempo a poupança de uma vida inteira.


Viemos nesse post para desmistificar que o seguro de vida é para um publico especifico, todos podem e dever ter um seguro: Com ou sem dependentes, com ou sem reservas, o seguro de vida é para todos. É ele que protege o patrimônio que construímos ou ainda vamos construir.


Pessoas que já possuem um patrimônio


O seguro de vida é uma proteção para o patrimônio de quem já constituiu boas reservas. Ele evita que o segurado e sua família precisem consumi-las em caso de invalidez ou doença grave, e garante recursos imediatos à família do segurado após a sua morte.

Quem tem grande patrimônio costuma se preparar em vida. Faz doações para evitar o inventário de certos bens e constitui holding familiar, por exemplo. Mas o inventário de uma parte do patrimônio pode ser inevitável, principalmente se houver testamento.

Tendo acesso imediato à indenização do seguro de vida, a família dispõe de recursos em dinheiro para bancar os custos de inventário e enfrentar esse período que pode ser longo. O seguro de vida tem uma alta liquidez.


Pessoas que ainda estão montando patrimônio


O jovem e o investidor iniciante ainda não têm patrimônio ou dispõem apenas de poucas reservas. O seguro de vida evita que eles e/ou suas famílias precisem consumir seus recursos e até se endividar em caso de uma invalidez permanente, doença grave ou morte.

No caso da invalidez permanente, o segurado perde sua capacidade de trabalhar e gerar renda ao mesmo tempo em que experimenta um aumento nos gastos. Um bom capital segurado pode sustentar o segurado e sua família para o resto da vida.

Quem contrata uma cobertura para doenças graves também pode contar com a indenização para enfrentar esse momento difícil, que pode ser temporário, ganhando fôlego para retomar sua trajetória de poupança mais adiante.

Já no caso de morte do segurado, o seguro de vida garante à família, de imediato, recursos para se manter e se reorganizar. Como a indenização do seguro de vida não entra em inventário, a transferência para os beneficiários ocorre poucos dias após o falecimento.

Hoje em dia a cobertura de DIT (Diária de incapacidade temporária) é muito importante para repor a perda de renda temporária, proveniente de um acidente ou doença. Dentistas, médicos, profissionais autônomos, dependem do atendimento diário para gerar a renda. Caso fiquem incapaz de ir trabalhar, não conseguem manter suas obrigações e nem seguir seu planejamento de investimentos.


Pessoas que possuem uma carteira solida de investimento


No caso dos investidores arrojados, que preferem aplicações de maior risco para turbinar o crescimento do próprio patrimônio, o seguro de vida oferece uma proteção a mais. Ele impede que seja necessário mexer nas aplicações em caso de invalidez ou morte do segurado.

Isso evita que os investimentos precisem ser vendidos às pressas em um mau momento de mercado, o que pode levar a família a realizar prejuízos. O raciocínio vale para os empreendedores, investidores em renda variável e até para quem gosta de investir em imóveis.


Na hora de contratar um seguro de vida, é muito importante adequar as coberturas de acordo com suas necessidades e seu planejamento financeiro. Muitas vezes as pessoas cometem o erro de olhar o seguro de vida somente pelo valor a ser pago, mas tem que entender que talvez as coberturas contratadas irão te dar uma falsa sensação de segurança, fazendo com que elas não sejam as necessárias para você.


Depois desse conteúdo, vale a pena repensar as apólices de seguro que vocês têm e coloquem como prioridade ter um seguro de vida dentro das suas necessidades.

Para ter um seguro que irá adequar ao seu planejamento financeiro, procure um corretor especialista.

Caso tenha alguma dúvida ou queira saber se seu seguro está equilibrado, solicite um bate papo.


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